quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O MISTÉRIO DO RELACIONAMENTO ...


( por Vilma Ruho Osho, em discurso feito em 16 de maio de 1974)

O relacionamento é um mistério. E, por existir entre duas pessoas, depende de ambas.

Sempre que duas pessoas se encontram, um novo mundo é criado. Justamente pelo encontro, um novo fenômeno vem à
existência - o qual não existia antes, o qual nunca existiu. E através desse novo fenômeno, as duas pessoas são mudadas e
transformadas.

Não-relacionado, você é de um jeito; ao se relacionar, imediatamente fica diferente. Uma coisa nova aconteceu.

Uma mulher, quando se torna mãe, não é mais a mesma. Um homem, quando se torna pai, não é mais o mesmo. Uma
criança nasceu, mas não compreendemos um dos ângulos, de modo algum - no momento em que a criança nasce, a mãe
também nasce. Ela não existia antes. A mulher existia, mas a mãe nunca. E uma mãe é algo totalmente novo.
O relacionamento é criado por você, mas, por sua vez, ele também o cria. Duas pessoas encontram-se, isto significa que dois
mundos se encontraram. Não é algo simples - é muito complexo, é o que há de mais complexo. Cada pessoa é um mundo
em si mesma - um complexo mistério com um longo passado e um futuro eterno.

No começo, apenas as periferias se encontram. Mas, se o relacionamento cresce intimamente, fica-se mais próximo, mais
profundo, então, pouco a pouco, os centros se encontram. Quando os centros se encontram, isto é chamado de amor.

Quando apenas as periferias se encontram, há uma familiaridade. Você toca a pessoa pelo lado de fora, só no contorno,
então, fica familiarizado. Muitas vezes, você começa a chamar essa familiaridade de amor. Então entra numa ilusão.
Familiaridade não é amor.

O amor é muito raro.

Encontrar uma pessoa em seu centro é passar por uma revolução em si mesmo, porque se você quiser encontrar o centro do
outro, terá de permitir que o outro, também chegue ao seu centro, terá de tornar-se vulnerável, absolutamente vulnerável,
aberto.

É arriscado. Permitir que alguém chegue ao seu centro é arriscado, perigoso, porque nunca se sabe o que essa pessoa fará.
E quando todos os seus segredos forem conhecidos, quando o que está oculto torna-se visível, quando você tiver se exposto
completamente, o que essa outra pessoa fará, nunca se sabe.

O medo surge. Eis porque nunca nos abrimos. Basta uma familiaridade, e pensamos que o amor aconteceu. As periferias se
encontram, e pensamos que nós é que nos encontramos. Você não é a sua periferia. Na verdade, a periferia é o limite onde
você termina, apenas a cerca a seu redor. Não é você!

Até mesmo os maridos e as esposas que viveram ou vivem juntos por muitos anos, podem ser apenas familiares. É possível
que não tenham conhecido um ao outro. E quanto mais você viver com alguém, mais se esquece de que os centros continuam
desconhecidos.

Portanto, a primeira coisa a ser compreendida é: Não confunda familiaridade com amor.

Você pode fazer amor, pode estar sexualmente relacionado, mas o sexo também é periférico. A menos que os centros se
encontrem, o sexo é apenas um encontro entre dois corpos, não é um encontro. O sexo também permanece na familiaridade -
física, corporal, mas ainda familiar.

Você só permite que alguém entre em você, em seu centro, quando você não está com medo... quando não está temeroso.

(Série de Leitura Krauze 'Almas Gêmeas' )
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"Nada é pequeno no amor.
Quem espera as grandes ocasiões para provar a sua ternura
não sabe amar".
"(Laure Conan)".

1 Deitou no "Meu Divã":

Señorita Malagueta 27/12/2009 00:55  

Adorei me aventurar por estas terras quentes.

Olha que posso viciar rs.

Já te add no meu....

Estarei sempre aqui....

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